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Flávia de Nadegi, ex-base do prefeito João Campos, assina pedido de CPI; já são 11 assinaturas

Flávia de Nadegi, ex-base do prefeito João Campos, assina pedido de CPI; já são 11 assinaturas

A proposta tem como objetivo apurar uma alteração no resultado de um concurso público, que teria incluído um segundo candidato entre os aprovados após a divulgação inicial do resultado.

O pedido de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito apresentado pelo vereador Thiago Medina (PL) na Câmara Municipal ganhou uma nova assinatura nesta semana, agora da vereadora Flávia de Nadegi (PV). Com a adesão, o requerimento passa a contar com 11 assinaturas, restando duas para atingir o número necessário.

A nova assinatura tem relevância política por se tratar de uma vereadora que integrava a base do prefeito João Campos há pouco mais de um mês.

A CPI proposta tem como objetivo apurar uma alteração no resultado de um concurso público municipal, que teria incluído um segundo candidato entre os aprovados após a divulgação inicial do resultado.

Segundo o requerimento, o segundo candidato beneficiado seria filho de uma procuradora do município, o que motivou questionamentos sobre a regularidade do procedimento e a necessidade de apuração legislativa.

Com 11 assinaturas formalizadas, o pedido de CPI aguarda a adesão de mais dois vereadores para alcançar o número mínimo exigido pelo regimento da Casa e ser oficialmente protocolado para instalação.

requerimento segue em articulação Legislativo municipal, com foco na apuração dos fatos e no esclarecimento institucional dos procedimentos adotados no concurso em questão.

Vereadores que já assinaram CPI:• Thiago Medina-PL• Alef Collins -PP• Felipe Alecrim – Novo• Gilson Machado – PL• Fred Ferreira – PL• Davi Muniz- PSDEduardo Moura- Novo• Alcides Teixeira – Avante• Paulo Muniz-PL• Agora é Rubem -PSB• Flávia de Nadegi-PV

A movimentação ocorre em meio à repercussão do pedido de impeachment protocolado em janeiro pelo vereador Eduardo Moura (Novo), que acusa o prefeito de crime de responsabilidade e improbidade administrativa relacionados a uma nomeação no concurso público para procurador do município.

De acordo com o pedido de impeachment apresentado na Câmara, a nomeação contrariou a ordem de classificação do concurso e desrespeitou as regras específicas previstas para o preenchimento das vagas destinadas a candidatos com deficiência. O documento sustenta que o ato configuraria violação aos princípios da legalidade e da impessoalidade na administração pública, fundamentos que embasam a acusação de improbidade administrativa.

Nos bastidores, lideranças avaliam que a aproximação reforça uma estratégia clara da governadora de ampliar sua base política no Grande Recife. A região concentra o maior colégio eleitoral do estado e exerce influência direta no resultado das eleições estaduais. Raquel Lyra tem intensificado agendas, articulações e movimentos partidários justamente nesse eixo, buscando consolidar apoios fora do interior, onde já possui maior penetração política.

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